Erro
  • XML Parsing Error at 1:102. Error 9: Invalid character
  • XML Parsing Error at 1:249. Error 9: Invalid character
Cantares Populares PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sábado, 15 Maio 2010 12:55

 

Cantares Populares

(Fornecido por Catia Oliveira, Urqueira)



Hino de URQUEIRA

Urqueira terra, franca hospitaleira
Como tu não há igual
Urqueira afirmas com altivez
O império Português e não tens rival


O teu povo que noutras heras marcou
Cá esta de novo revivendo o que passou
Despertando ao raiar da nova aurora
Está lembrando aqueles bons tempos de outrora


Urqueira terra, franca hospitaleira
Como tu não há igual
Urqueira afirmas com altivez
O império Português e não tens rival


É imortal, a tua história tem brasão
Por ser real e ordem para a fundação
E isto encerra e afirmamos com ardor
Que a nossa terra, data do a Rei Lavrador


Urqueira terra, franca hospitaleira
Como tu não há igual
Urqueira afirmas com altivez
O império Português e não tens rival

Manuel Valente

 

Marcha de Carnaval

Cantai mocidade com todo o ardor
Que o nosso rancho é um primor
Cantai pequenas com toda a folia
Viva o Carnaval que é a nossa alegria


O nosso rancho de Urqueira
É do concelho de Ourém
É duna pequena aldeia
do distrito de Santarém


Cantai mocidade com todo o ardor
Que o nosso rancho é um primor
Cantai pequenas com toda a folia
Viva o Carnaval que é a nossa alegria


Sou do concelho de Ourém
Natural de Urqueira
Quem quiser se sentir bem
Traga notas na carteira


Cantai mocidade com todo o ardor
Que o nosso rancho é um primor
Cantai pequenas com toda a folia
Viva o Carnaval que é a nossa alegria


Minha terra é Urqueira
Minha terra natal
Há nela bastante mocidade
A jogar o Carnaval


Cantai mocidade com todo ardor
Que o nosso rancho é um primor
Cantai pequenas com toda a folia
Viva o Carnaval que é a nossa alegria


Urqueira aldeia de Ourém
Entre Leiria e Tomar
terra de povo divertido gente de bem
De não torcer nem quebrar


Cantai mocidade com todo o ardor
Que o nosso rancho é um primor
Cantai pequenas com toda a folia
Viva o Carnaval que é a nossa alegria

Alberto Vital



Desgarrada de Carnaval

Isto assim não tem geiteira
Mulher casada ou solteira
Andar toda mascarada
Aconteça o que aconteça
Um dia perco a cabeça
E vai tudo à lapada

Ele:
Olha lá pote da graxa
Pareces um tornozelo

Ela:
Eu bem sei porque tu falas
Tens dor de cotovelo
Isto assim não tem geiteira
Mulher casada ou solteira
Andar toda mascarada
Aconteça o que aconteça
Um dia perco a cabeça
E vai tudo à lapada

Ela:
Andas todo empinocado
Armado em pipizinho
Se quiseres comprar cigarros
Tu não tens tostãozinho

Ele:
Há meninas de manias
Com bichinhos na cabeça
Passam a tarde à janela
Sem que o trouxa lhe apareça
Isto assim não tem geiteira
Mulher casada ou solteira
Andar toda mascarada
Aconteça o que aconteça
Um dia perco a cabeça
E vai tudo à lapada

Ela:
Eu bem vejo quando passas
Olhando a minha janela
Mas eu é que não te ligo
Vai ter com outra que te dê trela

Ele:
Ó gaiata tu não julgues
Que eu ligo quando passo
Anda vai cossar as pulgas
E lavar esse cachaço
Isto assim não pode ser
Agora já estou a ver
Que um dia tem que acabar
Aconteça o que aconteça
Um dia perco a cabeça
E a mulher é que tem de mandar

Alberto Vital

 

Desgarrada Entre Duas Mulheres

Mulher Moderna:
Eu sou da baixa das mais gentis.


Mulher Antiga
Ou coroa ou graxa nesse nariz.

As duas juntas:
Esta cantiga será eterna Mulher
Antiga, Mulher Moderna.

Mulher Moderna:
Trago o rosto perfumado
com essência fina e bela.

Mulher Antiga:
Pois eu cheiro ao refogado do tomate concentrado
do cozido da panela.

As duas juntas:
Esta cantiga será eterna Mulher
Antiga, Mulher Moderna.

Mulher Moderna:
Quando faço a toalete
Deixo a pele como arminho.

Mulher Antiga:
Eu fazia uma omeleta
combanha por macete que berzuntas o focinho.

As duas juntas:
Esta cantiga será eterna Mulher
Antiga, Mulher Moderna.

Manuel Valente

Desgarrada entre Becas e Celeste

Becas:
Meu amor minha linda Rita
Ainda hasde vir a ser rainha
Mas não mereces cara bonita
Por seres assim tão pobrezinha

Celeste:
Ó Manecas eu bem conheço
O teu pensar não tem gravatas
Mas o que eu dou mais apresso
É a bondade com que tu me tratas

Becas:
Se eu tivesse dava-te tudo
Alfinetes sentins e jóias
Um vestido em veludo
Automóveis e lantejolas
Ela de mão dada cantava:
Anda meu Manecas
Anda com a tua Rita
Descalço e sem cuecas
E eu de sainha de chita

Alberto Vital - Becas

 

Ó Zé Povinho esta agora vai desgacha

Ó Zé-povinho esta agora vai desgacha
Ou rebenta ou vai ou raxa

Na nossa marcha não há ramboia
Nem papássemos de bonezinho
Mas há meninas muito jeitosas
Com o seu rosto bem coradinho

Ó Zé Povinho esta agora vai desgacha
Ou rebenta ou vai ou raxa

Na nossa marcha vem gente com vida
A festejar o Carnaval
Ela este ano é muito divertida
Como ainda não houve outra igual

Ó Zé Povinho esta agora vai desgacha
Ou rebenta ou vai ou raxa

Na nossa marcha vem portugueses
Homens valentes sem paixões
Mas se algum dia vão para o poder
Já não há mais revoluções

Ó Zé Povinho esta agora vai desgacha
Ou rebenta ou vai ou raxa

Manuel Valente

 

Actualizado em Quinta, 01 Julho 2010 22:46
 

Horas

Visitantes

Temos 58 visitantes em linha

Associações Profissionais

Entidades Reguladoras

Total (desde Agosto 2010)

Visualizações de conteúdos : 235955

Bandeiras (Desde Out. 2012)

free counters